

Fórum Internacional: Justiça e Magistratura
BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL
08 a 11 de março de 2027
REALIZAÇÃO:
Rede Internacional de Excelência Jurídica
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL:
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Associação de Juízes e Magistrados da Guatemala
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Observatório Global de Ciências Jurídicas - República Dominicana
PARTICIPAÇÕES:
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Associações de Magistrados
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Associações do Ministério Público
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Associações de Defensorias Públicas
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Associações de Advogados
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Associais de Polícia
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Profissionais de carreiras jurídicas.

Fórum Internacional:
Justiça e Magistratura
Brasil — um ponto de encontro para o diálogo jurídico das Américas
O FÓRUM INTERNACIONAL “JUSTIÇA E MAGISTRATURA” nasce da iniciativa de juízes, magistrados e juristas da América Central e reúne, sob a organização da Rede Internacional de Excelência Jurídica, autoridades e operadores do Direito para um amplo diálogo sobre questões que ultrapassam fronteiras e desafiam, de forma recorrente, as instituições jurídicas do continente.
A escolha de Brasília, capital do Brasil, como sede do Fórum traduz o propósito de aproximar experiências, conhecimentos e práticas de diferentes sistemas jurídicos, criando um espaço qualificado de reflexão sobre os desafios contemporâneos da Justiça e da Magistratura.
Mais do que um encontro acadêmico, o Fórum pretende colocar em debate questões concretas que chegam às instituições, aos tribunais e às autoridades públicas, exigindo respostas cada vez mais coordenadas, modernas e eficientes.
TEMAS QUE ULTRAPASSAM FRONTEIRAS
Entre as questões de especial interesse estão:
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Cooperação internacional no enfrentamento ao crime organizado;
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Riscos, proteção e segurança de autoridades que atuam contra organizações criminosas;
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Fortalecimento das instituições jurídicas na proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade;
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Violência familiar e doméstica e os mecanismos de proteção às vítimas;
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Proteção da infância e da juventude diante de novas formas de vulnerabilidade;
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Aperfeiçoamento dos instrumentos de investigação, controle e resposta judicial;
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Cooperação institucional entre autoridades e sistemas de Justiça.
São temas que não pertencem exclusivamente a um país. A criminalidade organizada atravessa fronteiras. A violência doméstica alcança diferentes sociedades. A proteção da infância e da juventude constitui um desafio permanente. E a segurança daqueles que exercem funções essenciais à Justiça tornou-se uma preocupação compartilhada por diversas nações.
É justamente nessa convergência de desafios que o diálogo internacional encontra sua maior razão de ser.
A IMPORTÂNCIA PARA A AMÉRICA CENTRAL
Países como Guatemala, República Dominicana e Panamá, entre outros, vêm demonstrando especial interesse na permanente qualificação dos agentes do Estado e na construção de respostas institucionais para questões jurídicas sensíveis à sociedade.
O Fórum representa, assim, uma oportunidade para que magistrados, juízes, membros do Ministério Público, advogados, autoridades e especialistas compartilhem experiências, métodos, dificuldades e soluções desenvolvidas em diferentes realidades nacionais.
O protagonismo desses países no debate jurídico internacional contribui para uma compreensão mais ampla dos desafios enfrentados pelas instituições e permite que experiências locais possam inspirar soluções de alcance regional.
A proposta é simples e, ao mesmo tempo, essencial: aprender com o que funciona, compreender o que precisa ser aperfeiçoado e construir, pelo diálogo, novas possibilidades de cooperação.
A PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA
O Brasil chega ao Fórum com uma experiência jurídica de grande dimensão.
A evolução de sua legislação, a modernização dos instrumentos de investigação e controle policial e judicial e o desenvolvimento de mecanismos de proteção institucional oferecem ao debate internacional um conjunto significativo de experiências e conhecimentos.
Mas o intercâmbio não se estabelece em uma única direção.
O Brasil também tem muito a aprender.
As diferentes realidades da América Central e do Caribe apresentam formas próprias de enfrentamento da criminalidade, de proteção das autoridades e de resposta às situações de vulnerabilidade. Métodos, estratégias institucionais e indicadores de resultados desenvolvidos em outros países podem contribuir para a reflexão brasileira e para o aperfeiçoamento das práticas nacionais.
Por isso, o Fórum não pretende estabelecer modelos únicos.
Pretende colocar experiências lado a lado.
Porque a Justiça pode ter diferentes sistemas, procedimentos e tradições, mas enfrenta desafios que, cada vez mais, ultrapassam os limites territoriais dos Estados.
UM FÓRUM PARA ALÉM DAS FRONTEIRAS
O FÓRUM INTERNACIONAL “JUSTIÇA E MAGISTRATURA” é, portanto, um espaço de conhecimento, cooperação e aproximação institucional.
Um encontro entre aqueles que têm a responsabilidade de julgar, investigar, defender, proteger e aperfeiçoar as instituições jurídicas.
Brasília será o ponto de encontro.
A experiência de cada país será a matéria-prima.
E o diálogo internacional, o caminho para uma Justiça cada vez mais preparada para os desafios do nosso tempo.
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I — ITINERÁRIO DAS INSTITUIÇÕES DA REPÚBLICA
Visitas Institucionais e Conhecimento das Estruturas de Estado
O programa contemplará uma agenda institucional junto às principais instituições da República, proporcionando aos participantes contato direto com os espaços onde se estruturam decisões de elevada relevância para a Justiça e para a democracia brasileira.
• Visitas às Cortes Superiores da Justiça brasileira, com conhecimento de suas estruturas, competências e dinâmicas institucionais;
• Visita institucional ao Parlamento brasileiro, permitindo aos participantes conhecer o ambiente de formulação legislativa e de representação política nacional.
II — CIÊNCIA, INVESTIGAÇÃO E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
Núcleo de Polícia Científica e Segurança Pública
Este eixo promoverá um intercâmbio institucional com autoridades e especialistas da Polícia Científica e dos organismos de investigação, aproximando o conhecimento jurídico das modernas técnicas de investigação e inteligência.
Serão abordados temas relacionados a:
• Crime organizado e novas estruturas de criminalidade;
• Crimes cibernéticos e investigação no ambiente digital;
• Ciência aplicada à investigação criminal;
• Cooperação internacional entre organismos policiais e instituições de Justiça;
• Compartilhamento de informações, inteligência e mecanismos transnacionais de enfrentamento à criminalidade.
III — FÓRUM DE QUESTÕES JURÍDICAS DE ALTA SENSIBILIDADE
Direitos Humanos, Vulnerabilidades e os Novos Desafios da Justiça
Espaço destinado à reflexão sobre questões jurídicas que ultrapassam a dimensão estritamente processual e alcançam diretamente a proteção da pessoa, a segurança dos operadores do Direito e a transformação dos modelos contemporâneos de prestação jurisdicional.
Entre os temas de discussão:
• Vulnerabilidade humana e violência doméstica e familiar;
• Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e fragilidade social;
• Riscos, proteção e segurança dos operadores do Direito no exercício de suas funções;
• Justiça à distância — o juiz online e os novos paradigmas da jurisdição.
O eixo buscará promover uma reflexão internacional sobre como proteger direitos fundamentais, assegurar a independência dos operadores da Justiça e responder aos desafios que emergem de uma sociedade cada vez mais tecnológica, vulnerável e interconectada.